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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Artigos


Eurocomunismo ou o render dos ideais
Escrito por Catarina Casanova*   

Neste texto, Catarina Casanova dá uma primeira explicação do como e do porquê o Partido Comunista Francês escorrega, plano inclinado abaixo, até à situação em que se encontra. Desde logo, salta à vista como é que o CC do Comité Central do PCF numa reunião de dois dias, 5 e 6 de Dezembro de 1968, se substituiu ao Congresso e aprova, com o título de «Por uma democracia avançada, por uma França socialista» a tese de que «pacificamente, o capitalismo transformar-se-ia em socialismo pela acção de massas dos “partidos democráticos” dentro do quadro legal».

Fonte "ODiário.info

Última atualização em Dom, 08 de Maio de 2016 16:26
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Campanha de Bernie Sanders: Qual a chave dos sucessos?
Escrito por John Bellamy Foster   

«O mais notável do fenómeno Sanders é que apesar da implacável hostilidade dos guardiões do templo mediático (…) continua a bater recordes de massas na sua campanha. Também obteve mais votos entre as pessoas com menos de 30 anos que Hillary Clinton e Trump juntos, o que aponta para uma menor influência dos grandes meios de comunicação na sociedade estadounidense e um aumento da influência das redes sociais, pelo menos entre as pessoas mais jovens.»

O Rendimento Nacional pode comparar-se a uma torta. Se de um ano para o seguinte a torta cresce, todos podem obter uma fatia maior. Ao contrário, se o tamanho da torta continua o mesmo, uma fatia maior para alguns só pode significar uma fatia mais pequena para os outros.

Isto ajuda-nos a compreender o péssimo estado da economia dos EUA e o ímpeto ganho pela campanha eleitoral de Bernie Sanders, que se refere aos trabalhadores e às suas famílias. Durante décadas o crescimento da economia dos EUA estagnou e, década após década, verificava-se um menor ratio de crescimento. Nestas circunstâncias, o rápido incremento das receitas dos de cima – aqueles a quem Sanders gosta de chamar a «classe milionária» – dá-se à custa das receitas (a parte da torta) dos de baixo.

Os 400 multimilionários do país acumulam mais riqueza que metade dos rendimentos salariais dos de baixo; isto é, cerca de 1350 milhões de pessoas. A parte dos salários no rendimento nacional foi caindo ao mesmo tempo que os rendimentos dos detentores de bens de produção iam subindo. Os trabalhos são mais precários. Muitas pessoas foram expulsas do mercado de trabalho. Ainda que o desemprego oficial tenha decrecido nos últimos cinco anos, torna-se difícil conseguir bons trabalhos com salários dignos. Cada vez há mais pessoas a cair na pobreza. A maioria dos estudantes no sector público está classificada como pobre ou quase pobre.

O establishment político, baseado no bipartidarismo dos partidos Democrata e Republicano menosprezou largamente a deterioração das condições de vida da maioria das pessoas. Visto que os pobres, incluindo os trabalhadores pobres são menos propensos a votar e têm pouca influência, pelo que são facilmente descartáveis. O dinheiro domina a todos os níveis a política nos EUA. A resolução do Supremo Tribunal de Justiça, Citizens United, que em 2010 abriu as portas às doações ilimitadas manchou irremediavelmente a imagem da democracia norte-americana. Agora é normal ouvir-se, para citar a memorável frase dos economistas Paul Baran e Paul Sweezy de 1966, que os EUA são «democrata nas formas e plutocrata no conteúdo».

Nas penosas condições da situação política estadounidense como se explica o extraordinário fenómeno da campanha de Bernie Sanders para as eleições presidenciais? Sanders apresenta-se a si-mesmo como um socialista democrático na esteira da fase mais radical da administração de Franklin D. Roosevelt, que propôs uma Carta dos Direitos Económicos para garantir o pleno emprego e a segurança económica a todos os Norte-americanos.

Última atualização em Qua, 06 de Abril de 2016 02:17
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LUIZ CARLOS PRESTES: UM JOVEM MILITAR EMPENHADO NA EDUCAÇÃO DOS SEUS SUBORDINADOS
Escrito por Anita Leocadia Prestes   

Neste texto, a partir das ideias de A. Gramsci sobre educação e hegemonia, aborda-se o empenho de Luiz Carlos Prestes, um jovem militar, na educação dos seus subordinados. Revela-se que Prestes, através de uma relação pedagógica, conquistara a hegemonia junto aos seus subordinados. Isso foi decisivo para a organização e a marcha da Coluna Prestes.

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Última atualização em Dom, 03 de Janeiro de 2016 22:04
 
Uma universidade popular no Brasil: os caminhos para sua conquista
Escrito por Anita Leocádia Prestes   

No artigo, registra-se a importância que atualmente vem adquirindo o debate em torno da conquista ou da construção de uma universidade popular no Brasil e afirma-se que, de acordo com a concepção marxista de História, é possível indicar um ponto de partida fundamental para a abordagem dessa questão – uma universidade popular só poderá existir num futuro socialista. Segundo Marx, o Estado representa os interesses da burguesia e, como tal, não pode estar interessado em promover uma educação igual para todos. A luta pela universidade popular – e pela educação popular de uma maneira geral – deve fazer parte da luta pela substituição do regime capitalista pelo socialista. O grande problema consiste em definir como, a partir das condições atuais, de hoje, caminhar rumo ao socialismo. No artigo destaca-se a importância do “bloco histórico” proposto por A. Gramsci e ressalta-se o legado de L. C. Prestes, que aponta para a necessidade de considerar as formas de transição ou de aproximação ao poder revolucionário, abrindo caminho para a revolução socialista.

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Última atualização em Dom, 13 de Dezembro de 2015 02:24
 
Termina o jogo
Escrito por Ángeles Maestro   

A tragicomédia representada pelo Syriza neste Verão de 2015 teve a virtude de deixar claro perante grandes sectores da população as chaves do momento político que caracterizam as sociedades de uma boa parte dos países da Europa e da América Latina. Tornaram-se evidentes pontos de ruptura que até este momento só eram percebidos por minorias com capacidade de influência muito limitada. 

As políticas imperialistas no quadro de uma gravíssima crise geral do capitalismo não têm nenhuma margem de manobra para acções sociais que melhorem – ainda que minimamente – as condições de vida das suas populações. 

No âmbito da UE e do Euro é impossível qualquer outro tipo de políticas que não seja o aprofundamento das medidas de austeridade. A capitulação absoluta do Syriza marca a derrocada dos seus imitadores da "esquerda radical" ou da "nova esquerda".

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