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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Notícias
Entre as duas mandíbulas do torno da extrema-direita

Realizou-se a 22 de Dezembro o «Acto VI» na luta dos coletes amarelos em França. Para além de particularidades que são sinal não só de organização, mas de uma organização capaz de iludir os serviços de informações, verifica-se com crescente clareza que, em vez de responder a reivindicações que Macron reconheceu já serem legítimas, a opção do poder é a da intensificação da acção de um aparelho repressivo de Estado onde a extrema-direita tem uma muito forte presença.

A quem ouvisse os representantes dos sindicatos de polícias à saída do ministério do Interior na noite de 19 de Dezembro, pareceria que «as negociações tinham sido difíceis, muito difíceis». Fica portanto a saber-se que apenas algumas horas depois disso terão sido suficientes para que tenham obtido «os mais fortes avanços salariais» na profissão desde há 20 anos. Dois dias passados sobre o «Acto V dos coletes amarelos», a 17, várias organizações sindicais da polícia nacional tinham anunciado a sua intenção de proceder a uma jornada de «comissariados fechados» na quarta-feira 19 – uma vez que o direito à greve lhes é interdito. Christophe Castaner teve de largar lastro: as remunerações dos polícias são aumentadas em 120 euros para os jovens no início da carreira e em 15º para os mais antigos; é mais do que obtiveram os seus colegas da função pública – ou seja, absolutamente nada (quando das negociações de 20 de Dezembro) – ou os coletes amarelos – quase nada (dez dias antes).

Última atualização em Qui, 27 de Dezembro de 2018 18:16
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Leia o importante artigo de Atilio Borón sobre as eleições do Brasil
Escrito por Atilio A. Boron   

¿Tiene cura el “izquierdismo”?
Una reflexión a propósito de la elección presidencial en Brasil


El domingo 7 de Octubre tendrá lugar la primera vuelta en las elecciones presidenciales del Brasil. Todo parecería indicar que el ultraderechista Jair Bolsonaro prevalecería en esa instancia, pero sería derrotado en el balotaje por Fernando Haddad, quien fuera elegido como candidato a la vicepresidencia por Lula y quien luego conformó una fórmula con Manoela d’Avila, del PCdoB. De este modo, el tan celebrado (por politólogos y los “opinólogos” de los grandes medios) “centro político” desapareció casi sin dejar rastros en Brasil. Es que con políticas como las impulsadas por el régimen golpista de ese país una opción centrista carece por completo de sentido. Ante la brutal reinstalación de un neoliberalismo puro y duro con la gestión de Michel Temer,

 

Última atualização em Seg, 01 de Outubro de 2018 23:28
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«Levantamos a voz a favor da Paz» – nos 70 anos do Congresso Mundial dos Intelectuais pela Paz*

Gustavo Carneiro

Faz 70 anos que se realizou na Polónia o Congresso Mundial dos Intelectuais pela Paz. Expressão organizada de um grande movimento cuja base se alargaria posteriormente aos representantes de toda a humanidade progressista, intelectuais ou não. Desde logo suscitou o ódio do imperialismo, que dera já início à “guerra fria” e a um descabelado e fanático anti-sovietismo. Tal como entre as duas guerras a causa da paz fora inseparável do antifascismo, também desde então o anti-imperialismo se tornou essencial à luta pela paz.

Última atualização em Ter, 28 de Agosto de 2018 13:35
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Nicaragua, la revolución y la niña en el bote

(Por Atilio A. Boron)

La dolorosa coyuntura actual en Nicaragua ha precipitado un verdadero aluvión de críticas. La derecha imperial y sus epígonos en América Latina y el Caribe redoblaron su ofensiva con un único y excluyente objetivo: crear el clima de opinión que permita derrocar sin protestas internacionales al gobierno de Daniel Ortega, elegido hace menos de dos años (noviembre del 2016) con el 72 por ciento de los sufragios. Esto era previsible; lo que no lo era fue que en esa arremetida participaran con singular entusiasmo algunos políticos e intelectuales progresistas y de izquierda que unieron sus voces a la de los lenguaraces del imperio. Un notable revolucionario chileno, Manuel Cabieses Donoso, de cuya amistad me honro, escribió en su flamígera crítica al gobierno sandinista que “la reacción internacional, el ‘sicario’ general de la OEA, los medios de desinformación, el empresariado y la Iglesia Católica se han adueñado de la crisis social y política que gatillaron los errores del gobierno. Los reaccionarios se han montado en la ola de la protesta popular.” Descripción correcta de Cabieses Donoso de la cual, sin embargo, se extraen conclusiones equivocadas. Correcta porque es cierto que el gobierno de Daniel Ortega cometió un gravísimo error al sellar pactos "tácticos" con enemigos históricos del FSLN y, más recientemente, tratar de imponer una reforma previsional sin consulta alguna con las bases sandinistas o actuar con incomprensible desaprensión ante la crisis ecológica en la Reserva Biológica Indio-Maíz. Correcta también cuando dice que la derecha vernácula y sus amos extranjeros se adueñaron de la crisis social y política, dato éste de trascendental importancia que no puede ser soslayado o subestimado. Pero radicalmente incorrecta es su conclusión, como son las de Boaventura de Sousa Santos, la del entrañable y enorme poeta Ernesto Cardenal, y Carlos Mejía Godoy, amén de toda una plétora de luchadores sociales que en sus numerosas denuncias y escritos exigen –algunos abiertamente, otros de modo más sutil- la destitución del presidente nicaragüense sin siquiera esbozar una reflexión o arriesgar una conjetura acerca de lo que vendría después. Conocidos los baños de sangre que asolaron Honduras siguiendo la destitución de “Mel” Zelaya; los que hubo en Paraguay luego del derrocamiento “express” de Fernando Lugo en 2012, y antes lo que sucediera en Chile en 1973 y en Guatemala en 1954; o lo que hicieron los golpistas venezolanos después del golpe del 11 de Abril en el interludio de Carmona Estanga “el breve”, o lo que está ocurriendo ahora en Brasil y los centenares de miles de asesinatos que hizo la derecha durante las décadas del “cogobierno FMI-PRIAN” en México, o el genocidio de los pobres practicado por Macri en la Argentina. ¿Alguien en su sano juicio puede suponer que la destitución del gobierno de Daniel Ortega instauraría en Nicaragua una democracia escandinava?

Última atualização em Qua, 18 de Julho de 2018 14:16
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López Obrador e o poder real

López Obrador foi eleito para a presidência do México. O seu partido (Juntos Haremos História) ganhou 31 dos 32 estados do país. Tão significativo como essa vitória é o facto de, desde Junho, destacadas personalidades da administração Trump e jornais norte-americanos o virem hostilizando ou apresentando como um “esquerdista”. Mas, se se mantiver fiel às suas declarações de mudança e quiser que elas avancem, as maiorias eleitorais não bastarão face à poderosíssima e criminosa oligarquia e ao vizinho do norte. Só um povo mobilizado e em movimento, preparado para um duro e prolongado combate, poderá concretizar tal resultado.

Última atualização em Sáb, 07 de Julho de 2018 03:17
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E o génio escapou-se da garrafa… Uma imagem da Revolução Bolivariana da Venezuela em Março de 2018

por Ángeles Maestro

«Há uma guerra aberta contra o povo venezuelano e diz-nos directamente respeito. O silêncio ou a passividade são cúmplices necessários do crime.» A solidariedade com o povo venezuelano, objecto de uma agressão e de uma campanha de manipulação mediática em enorme escala não é apenas um dever internacionalista. É parte da luta anti-imperialista hoje vital para o futuro da humanidade.

O imperialismo yankee está reproduzindo contra o povo venezuelano os mesmos mecanismos, a mesma lógica que o levou a gerar 327 golpes de Estado em 25 países latino-americanos entre 1902 e 2002. Uma e outra vez, o governo do país que investe em despesa militar 40% do total mundial, o triplo da China e 9 vezes mais que a Rússia, lançou todo o seu arsenal desestabilizador sobre cada povo que tenha tentado fazer-se dono dos seus recursos e construir a sua própria história. Os mecanismos são sempre os mesmos:
A guerra mediática que criminaliza as acções de cada governo para levantar o seu povo contra ele e, sobretudo, para descarregar os seus potentes mecanismos de manipulação informativa sobre outros povos. O objectivo é isolar, romper todos os mecanismos de solidariedade.

Última atualização em Ter, 03 de Abril de 2018 20:37
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Para entender a pressão sobre a Venezuela

Fania Rodrigues 02.Mar.18     Outros autores

A solidariedade para com a Venezuela inclui o esforço de recolher informação, em particular a que ajuda a desmontar a propaganda orquestrada pelos inimigos do processo bolivariano. E também informação acerca da estratégia imperialista de inserir o ataque à Venezuela num processo geral de retrocesso social e político em toda a América Latina.

Última atualização em Seg, 05 de Março de 2018 17:00
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O discurso de Putin sobre o estado do mundo

Paul Craig Roberts 05.Mar.18     Outros autores

Os grandes media ocidentais, ocupados a lançar uma torrente de desinformação e propaganda de guerra sobre a Síria ou a Venezuela, silenciaram o recente discurso de Vladimir Putin em que este revelou que a Rússia dispõe já de armas nucleares que tornam inúteis os “escudos” que os EUA e a NATO vêm instalando em torno do seu país. Mas a questão é muito séria, em particular para os europeus, que seriam as primeiras vítimas da retaliação a uma agressão EUA/NATO.

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A agressão dos EUA na Síria – um plano imperialista

por Strategic Culture Foundation*

Resistir.info

O prolongado conflito da Síria e a miséria que o acompanha ao longo dos seus oito anos de duração não é casual. É intencional. Intenção imperialista americana.

À primeira vista, notamos o agravamento censurável até o absurdo deste conflito.

A Turquia, que invadiu a Síria cerca de um mês atrás, em violação da sua soberania, esta semana acusou Damasco de “terrorismo” depois de o governo sírio ter enviado forças para defender a área norte próxima de Afrin sob assalto da Turquia.

Enquanto isso, forças estadunidenses, mais uma vez ocupando ilegalmente a Síria em violação do direito internacional, afirmam estar combatendo a milícia. Mas mais frequentemente do que nunca, os americanos estão dando proteção a vários grupos terroristas. Então, quando forças do Estado sírio avançam para limpar os grupos terroristas, os EUA afirmam que estão atuando em “autodefesa” ao massacrar unidades inteiras do exército sírio.

Última atualização em Qua, 28 de Fevereiro de 2018 11:53
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Confirmado: os EUA reconhecem que as sanções visam o colapso da Venezuela

A ingerência e a agressão dos EUA e seus aliados contra a Venezuela sobe de tom e é abertamente assumida: com a CIA no comando, trata-se mais um processo em que todos os meios são colocados no terreno no sentido de criar o caos no país, de aí intervir militarmente, de tomar posse das riquezas nacionais, de destruir o processo bolivariano. O que os EUA vêm fazendo em particular no Médio Oriente e em África querem agora prossegui-lo na América Latina.

Última atualização em Dom, 11 de Fevereiro de 2018 15:40
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