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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Notícias
A Guerra Cibernética - Inovação na contra-revolução Cubana

Hernando Calvo Ospina

Após 8 impiedosos anos de administração George W Bush, Barack Obama encaixa como peça de puzzle na imperiosa necessidade de recuperar o sistema através do herói individual. Mais do que as hipócritas declarações de intenções, é a inovação na prossecução dos objectivos imperialistas que caracteriza essência das decisões da administração de Obama. A pega, mesmo com penas de pavão?

Última atualização em Sex, 11 de Dezembro de 2009 21:56
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Por que Evo ganhou?

Por Atílio A. Boron

    Celebrávamos uma semana atrás o triunfo de Pepe Mujica no Uruguai. Temos hoje renovadas - e também mais profundas - razões para festejar a extraordinária vitória de Evo Morales. Tal como há algum tempo havia indicado o analista político boliviano Hugo Moldiz Mercado, o grande veredicto das urnas assinala pelo menos três marcos importantíssimos na história da Bolívia: a) Evo é o primeiro presidente democraticamente reeleito para dois mandatos sucessivos; b) é o primeiro, além disso, a melhorar a porcentagem de votos com que foi eleito na primeira vez: saltou dos 53,7% aos atuais 63,3%; e c) é o primeiro a obter uma esmagadora representação na Assembleia Legislativa Plurinacional. Além disso, mesmo antes de se ter os números definitivos, é praticamente certo que Evo obterá os dois terços no Senado e na Câmara de Deputados, o que lhe permitiria nomear autoridades judiciais e aplicar a nova Constituição sem oposição. Tudo isso o converte, do ponto de vista institucional, no presidente mais poderoso da convulsionada história da Bolívia. E um presidente comprometido com a construção de um futuro socialista para o seu país.

Última atualização em Qui, 10 de Dezembro de 2009 23:20
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Obama repete Johnson, Nixon e Bush





A popularidade de Obama continua em queda acelerada. No mundo em geral e nos Estados Unidos. A campanha mediática montada para apresentar o jovem presidente norte-americano como um estadista super dotado, vocacionado para superar a crise estrutural do capitalismo e abrir caminho a uma era de paz universal fracassou. O mito não resistiu ao confronto com a realidade.

Ontem, dirigindo-se aos oficiais da Academia Militar de West Point, Barack Obama tornou pública a decisão de enviar mais 30.000 soldados para o Afeganistão.

O discurso patrioteiro que ali pronunciou é uma peça oratória que traz à memória outros de Johnson e Nixon, a justificar a escalada no Vietnam, e de George W.Bush em defesa da agressão ao Iraque.

Última atualização em Sex, 04 de Dezembro de 2009 01:01
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O mito do muro

Breno Altman

O noticiário internacional esteve marcado, nos últimos dias, pelas festividades comemorativas aos vinte anos da queda do Muro de Berlim. A maioria da imprensa celebrou o evento com galhardia. Trata-se, afinal, do símbolo mais emblemático da derrocada do socialismo e da possibilidade histórica de qualquer sistema distinto do capitalismo triunfante.

A conjugação de uma incrível máquina de propaganda com o complexo de vira-lata comum aos perdedores foi capaz de atrair para essa comemoração amplos setores progressistas e de esquerda, que simplesmente mandaram às favas qualquer espírito crítico. Alguns porque honestamente concordam com a retórica sobre o muro maligno. Outros porque temem ser apontados como antidemocráticos e fora de moda.

Última atualização em Qui, 26 de Novembro de 2009 17:51
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