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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Artigos
Nacional - Burguês - Nacional-Popular
Escrito por Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida*   

?Existem duas unilateralidades bastante comuns em análises políticas inspiradas, de algum modo, nas teorizações marxistas. A primeira consiste em mirar apenas as relações entre as classes fundamentais do capitalismo; a segunda, no extremo oposto, limita-se aos conflitos que se travam entre os dominantes, deixando de lado as contradições do primeiro tipo. Todavia, sem levar em conta ambos os tipos de relações, é impossível sequer iniciar a análise dos problemas da representação política, a começar pela diferença crucial entre Estado e governo e, em cada conjuntura, entre esquerda e direita, uma e outra consideradas em sua complexidade?.
Última atualização em Qua, 19 de Maio de 2010 23:36
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A Batalha de Kursk e a falsificação da História
Escrito por Miguel Urbano Rodrigues   

Salvo raríssimas excepções, os historiadores militares da burguesia omitem qualquer referência à batalha de Kursk, ? a maior batalha da História, de importância decisiva para o desfecho da II Guerra Mundial. ?A omissão não resulta de ignorância. Tornar pública a verdade sobre Kursk pulverizaria os mitos forjados por Hollywood sobre a participação dos EUA na II Guerra e arrancaria a máscara à moderna historiografia norte-americana, tirando-lhe credibilidade?.

Última atualização em Qua, 19 de Maio de 2010 23:37
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Porque Cuba ainda é importante.
Escrito por Ph.D. Diana Raby   


Honorary Senior Research Fellow & Teaching Assistant
SCHOOL OF CULTURES, LANGUAGES AND AREA STUDIES

Tradução: José Jonas Duarte da Costa - Departamento de História da UFPB

A generosidade e compromisso extraordinários de milhares de internacionalistas cubanos constituem o testemunho vivo da realidade do projeto socialista do país
(Foto: Arquivo)

Porém para debater a relevância de Cuba no mundo de hoje, não é suficiente defender só o sistema socialista do país ante seus críticos. No Século XXI, tem a ilha algo a oferecer que não seja só um vestígio do passado? A resposta é que há, no mínimo, duas áreas em que Cuba tem dado contribuições vitais à emergência de uma nova alternativa anticapitalista ou socialista. Uma é sobre as temáticas ambientais. A segunda contribuição vital reside no apoio de Cuba a Venezuela, Bolívia e outros países da América Latina ocupados neste momento na luta por criar um novo modelo econômico e social para a América Latina. No início dos anos 90, houve praticamente unanimidade nos meios de comunicação, dentro dos círculos políticos ocidentais e até entre os acadêmicos, de que o colapso da revolução cubana era iminente. Inclusive hoje, muitos observadores consideram que é apenas questão de tempo que Cuba experimente uma transição para a democracia (entendida como uma poliarquia estreitamente definida) e uma "economia de mercado".

Última atualização em Qua, 19 de Maio de 2010 23:37
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A Aliança Nacional Libertadora (ANL) e os Levantes Antifascistas de Novembro de 1935: Alguns ensinamentos


Num período de intensa polarização política no cenário mundial, diante do avanço do fascismo em nível internacional e do integralismo no âmbito nacional, a Aliança Nacional Libertadora (ANL), criada em março de 1935, desempenhou um papel relevante na mobilização de amplos segmentos da sociedade e da opinião pública brasileira em defesa das liberdades públicas, gravemente ameaçadas pelos adeptos da Ação Integralista Brasileira (AIB), liderados por Plínio Salgado.

Nesse processo, a influência dos comunistas mostrou-se decisiva não só na formação da ANL e em sua atividade legal, durante os meses de março a julho de 1935, como, principalmente, na preparação dos levantes armados de novembro daquele ano, realizados sob as bandeiras da ANL. O grande prestígio de Luiz Carlos Prestes - o Cavaleiro de uma Esperança que renascera com o desgaste de Vargas após a ?Revolução de 30? - foi um fator fundamental para a difusão e a penetração, junto a setores diversificados da sociedade brasileira, do prograna antiimperialista, antilatifundista e democrático levantado pelo Partido Comunista do Brasil (PCB) e adotado pela ANL.

Última atualização em Qua, 19 de Maio de 2010 23:24
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85 anos da Coluna Prestes - uma epopéia brasileira

A Coluna Prestes, sem vencer nem ser vencida pelo governo que combatia, percorreu 25 mil quilômetros para abalar as estruturas da República Velha

  

28 de outubro de 1924: começa o levante tenentista no estado do Rio Grande do Sul. Logo a seguir tem início a marcha rebelde que, mais tarde, entraria para a História como a Coluna Prestes (ou a Coluna Invicta) ? episódio culminante do movimento tenentista.

Diante da grave crise estrutural (econômica, social, política, ideológica e cultural), que abalava a República no início dos anos 20 ? a crise do ?pacto oligárquico? estabelecido entre os grupos oligárquicos dominantes -, os setores médios mostravam-se insatisfeitos com a falta de liberdade e as limitadas possibilidades de influir na vida política. Predispunham-se à revolta e a apoiar ações radicais contra o poder oligárquico. Faltavam-lhes, contudo, organização e capacidade de arregimentação para assumir a direção do movimento de rebeldia contra o poder oligárquico estabelecido.

. A insatisfação no país era geral, mas foi a jovem oficialidade do Exército e da Marinha (os chamados ?tenentes?) que assumiu a liderança das oposições. O tenentismo veio preencher o vazio deixado pela falta de lideranças civis aptas a conduzirem o processo de lutas que começava a sacudir as já caducas instituições políticas da Primeira República. Os ?tenentes? assumiram as bandeiras de conteúdo liberal que, há algum tempo, já vinham sendo agitadas pelos setores oligárquicos dissidentes, dentre as quais se destacava a demanda do voto secreto, refletindo o anseio generalizado de liquidação da fraude eleitoral então em vigor. O que distinguia os ?tenentes? das oligarquias dissidentes e dava ao seu liberalismo um caráter radical era a disposição de recorrer às armas na luta por tais objetivos.

Última atualização em Qua, 19 de Maio de 2010 23:38
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