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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Artigos
Termina o jogo
Escrito por Ángeles Maestro   

A tragicomédia representada pelo Syriza neste Verão de 2015 teve a virtude de deixar claro perante grandes sectores da população as chaves do momento político que caracterizam as sociedades de uma boa parte dos países da Europa e da América Latina. Tornaram-se evidentes pontos de ruptura que até este momento só eram percebidos por minorias com capacidade de influência muito limitada. 

As políticas imperialistas no quadro de uma gravíssima crise geral do capitalismo não têm nenhuma margem de manobra para acções sociais que melhorem – ainda que minimamente – as condições de vida das suas populações. 

No âmbito da UE e do Euro é impossível qualquer outro tipo de políticas que não seja o aprofundamento das medidas de austeridade. A capitulação absoluta do Syriza marca a derrocada dos seus imitadores da "esquerda radical" ou da "nova esquerda".

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As posições revisionistas (oportunistas) do Marxismo, o reformismo burguês e a situação no Brasil de Hoje
Escrito por Anita Leocadia Prestes   

Conferência de Anita Prestes em Portugal pronunciada em Beja e no Porto.

O legado de Luiz Carlos Prestes, ao apontar para a necessidade de considerar possíveis formas de transição ou de aproximação ao poder revolucionário, que venha a abrir caminho para a revolução socialista, constitui uma contribuição valiosa para as forças de esquerda que hoje estão empenhadas na luta por transformações profundas da sociedade brasileira, na luta por mudanças que não sirvam aos desígnios dos políticos das classes dominantes, interessados em que “tudo mude para que tudo permaneça como está”.

Publicada em resistir.info e odiário.info

Veja o arquivo PDF clicando aqui

Última atualização em Qui, 22 de Outubro de 2015 10:57
 
«Syriza nº 2» e a nova tentativa de enganar o povo
Escrito por (Artigo da Secção de Relações Internacionais do CC do KKE)   

«Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio» dizia o antigo filósofo Heráclito, mas alguns gregos da época actual parecem ignorar essa afirmação. Trata-se das forças políticas que recentemente se separaram de SYRIZA e declararam a criação de um novo partido, da «Unidade Popular» (LAEN). O Secretário-Geral do Comité Central do KKE, Dimitris Kutsumbas, referiu-se a esse acontecimento e sublinhou que «não se deve aceitar outra vez a mesma manobra contra o povo. Além do mais, normalmente as continuações são piores do que o primeiro filme».

O sistema usou a sua «reserva de esquerda»

Para entender este último acontecimento político na Grécia vale a pena mencionar alguns dados sobre a história de SYRIZA. SYRIZA constituiu-se como uma unificação de diversos grupos oportunistas, com SYNASPISMOS (SYN) como núcleo fundamental, ou seja as forças que se afastaram do KKE na década de noventa, influenciadas pelas ideias de Gorbatchov, depois de terem, sem êxito, tratado de social-democratizar e autodissolver organizativamente o KKE. A essas forças tinham-se juntado anteriormente, em 1968, aqueles que tinham saído do KKE sob a influência da corrente oportunista eurocomunista.

O programa de SYN foi sempre um programa de gestão social-democrata, através de reformas.

 

Última atualização em Sáb, 12 de Setembro de 2015 17:33
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“O que ocorreu na Grécia demonstra que outro capitalismo é impossível”
Escrito por Ángeles Maestro   

Documento sem título Insurgente entrevista Ángeles Maestro, militante de Red Roja

Há algum tempo que a Red Roja vem formulando a questão: romper com a extorsão da Dívida tem carácter de linha de demarcação. Clarifica perante o povo o eixo político principal que neste momento sustenta toda engrenagem do poder e do qual este não pode prescindir. Nesse sentido, Não pagar a Dívida equivale à exigência de Paz, Pão e Terra dos bolcheviques.”

¿O que ocorreu na Grécia é um golpe duro para os que defendem o “Sim é possível” dentro do marco capitalista?

É uma demostração mais de que outro capitalismo é impossível [1]. Dentro da estrutura de poder e das relações sociais capitalistas não há qualquer espaço, não já para recuperar o perdido e regressar Estado de Bem-estar como defendem tanto Podemos, como IU e seus satélites de “Ahora en común”, mas nem sequer para deter os intermináveis apertos de garrote em direcção ao abismo, como ficou demonstrado na Grécia.
O pagamento da Dívida, como sucedeu na América Latina, África e Asia, é o mecanismo de extorsão por excelência para impor aos governos as políticas que as classes dominantes requerem; máxime em uma situação de profunda crise geral do capitalismo sem saída previsível.
Sem assumir a anulação unilateral do pagamento da Dívida e a consequente saída do Euro e da UE, não há outra opção senão o espectáculo lamentável do Syriza: ajoelhar perante as imposições ilimitadas da troika e levar o país ao descalabro garantido.
A Red Roja vem a dizê-lo desde há dois anos: o pagamento da Dívida é o fim de qualquer soberania e dos direitos sociais e laborais [2]. Não é que tivéssemos uma bola de cristal que nos permitisse saber o que finalmente veio a suceder na Grécia, simplesmente fizemos análises rigorosas sem os antolhos do oportunismo eleitoralista.

Última atualização em Qua, 12 de Agosto de 2015 11:42
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A situação na Grécia e o papel anti-povo do SYRIZA – As responsabilidades dos que o aplaudem
Escrito por por Giorgos Marinos   

Introdução

Na segunda-feira 13 de Julho, o governo SYRIZA-ANEL com o apoio de todos os partidos políticos burgueses acordaram na Cimeira da Eurozona com um pacote muito duro de medidas anti-povo, o terceiro memorando, o qual destruirá todos os direitos dos trabalhadores e do povo que ainda restam. 

Na quarta-feira 15 de Julho, o "primeiro governo de esquerda" aprovou, com os votos dos partidos burgueses ND-PASOK-POTAMI, o acordo da Cimeira e o primeiro pacote de medidas a serem implementadas para a concretização do 3º memorando incluindo novas medidas selvagens de tributação e a abolição de direitos à pensão. O KKE votou contra isto e pediu uma votação nominal, durante a qual 32 quadros do SYRIZA votaram NÃO, 6 votaram "presente" [NR] e 1 absteve-se. Estes membros do SYRIZA disseram que "votamos contra o novo memorando, mas ... apoiamos de todo o coração o governo que está a por isto sobre a mesa".

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