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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Artigos
ALERTA! O PODER MILITAR CONTINUA EXERCENDO A TUTELA SOBRE OS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA!

Anita Leocadia Prestes*

Durante toda a década de 1980 e, em particular por ocasião dos trabalhos da Constituinte e, posteriormente, com a promulgação da Constituição de 1988, Luiz Carlos Prestes denunciou à Nação a tutela exercida pela Forças Armadas – um verdadeiro poder militar – sobre os três poderes da República (o Executivo, o Legislativo e o Judiciário).

Última atualização em Sáb, 29 de Outubro de 2011 12:14
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ERA VARGAS: AUTORITARISMO E REPRESSÃO (1930-1945)
Escrito por Anita Leocadia Prestes*   

A chamada Revolução de 30 - que não passou de um golpe de Estado, assim concebido desde o início de sua preparação, - resultou da crise dos anos 20. Uma crise de hegemonia dos grupos oligárquicos dominantes durante a 1ª República brasileira, em particular, uma crise de hegemonia dos setores oligárquicos ligados à produção e comercialização do café - segundo alguns autores, a burguesia cafeeira.

O golpe de outubro de 1930 foi promovido por uma parte do Exército, sob o comando do então tenente-coronel Pedro Aurélio Góis Monteiro - que de legalista se transformara em “revolucionário” de última hora, pois, diante da gravidade da crise que abalava a 1ª República, percebera a impossibilidade de manter o funcionamento do pacto oligárquico então em vigor.

Se a chefia militar do golpe foi entregue a Góis Monteiro, a direção política do movimento coube às lideranças dos grupos oligárquicos insatisfeitos com o funcionamento excludente do pacto oligárquico vigente durante a 1ª República. Entre elas, Getúlio Vargas - a figura de proa; mas a articulação do movimento ficaria nas mãos do gaúcho Osvaldo Aranha, contando este com a colaboração ativa de Virgílio de Melo Franco - jovem representante dos setores “revolucionários” da oligarquia mineira - e de outros políticos ligados às dissidências oligárquicas principalmente do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais.

 

Última atualização em Qui, 22 de Setembro de 2011 16:53
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Entrevista com Eric Hobsbawm
Escrito por Laura Greenhalg   

TROCANDO MITOS POR HISTÓRIA

Eric Hobsbawm é um historiador merecedor de todo o respeito. Num tempo em que a actividade central da grande maioria dos historiadores burgueses consiste na reescrita da história de acordo com as conveniências da ideologia dominante, a sua fidelidade à matriz marxista na investigação e no método serve de exemplo, independentemente das discordâncias que este ou aquele aspecto da sua obra suscitem, discordâncias que ele próprio assume frontalmente: “O que busco é o entendimento da história, e não concordância, aprovação ou comiseração”.
Esta interessante entrevista é um exemplo da importância da reflexão de alguém que conta 94 anos, ou seja, de alguém que nasceu no ano da grande revolução socialista de Outubro.

Última atualização em Qua, 21 de Setembro de 2011 19:50
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Escrito por Anita Leocadia Prestes*   


Última atualização em Qua, 28 de Setembro de 2011 04:21
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Las perdurables enseñanzas de la Comuna de París
Escrito por Atilio Boron   

Universidad de Buenos Aires
PLED, Programa Latinoamericano de Educación a Distancia en Ciencias Sociales
www.atilioboron.com

Durante los 72 días transcurridos entre el 18 de Marzo y el 28 de Mayo de 1871 Francia  fue testigo de una experiencia única, sin precedentes: la Comuna de París. Su instauración fue precedida por la feroz guerra franco-prusiana y el derrumbe del Segundo Imperio, con Luis Bonaparte a la cabeza. Con la Comuna la clase obrera conquistaba el poder político por primera vez en la historia, lo que dejó valiosísimas enseñanzas para los revolucionarios de todo el mundo y cuya vigencia y utilidad práctica se agigantó con el paso del tiempo. Como no podía ser de otro modo, tan especialísimo acontecimiento ejerció una fuerte influencia sobre el pensamiento marxista: Karl Marx dejó por un momento de lado la redacción de El Capital y escribió un breve pero luminoso texto: La Guerra Civil en Francia , escrito, tal como lo observara Friedrich Engels en su “Introducción” de 1891 al opúsculo de Marx, “cuando (los acontecimientos históricos) se desarrollan todavía ante nuestros ojos o acaban apenas de producirse”. [1]

Última atualização em Qui, 19 de Maio de 2011 13:36
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