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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Artigos
1917 - Quatro notas no centenário da Revolução Bolchevique
Escrito por Higinio Polo*   

Recordar a revolução bolchevique não é um exercício de nostalgia do passado mas um tempo de aposta no futuro, no socialismo e no carácter social que devem ter as forças produtivas. A revolução de 1917 foi o ponto de partida das novas lutas revolucionárias no mundo, e a sua contribuição para a construção do socialismo não desapareceu, porque o capitalismo não pode resolver os problemas da humanidade. Aqui reside o valor da revolução bolchevique e da visão de Lénine.

1. 1917 é uma data germinal, que pôs ante os olhos dos trabalhadores do mundo a certeza de que acabar com o capitalismo e construir o socialismo é possível. Nessa data termina o velho mundo burguês que tinha ensanguentado o planeta no século XIX e inicia-se uma nova era, onde a união operária e socialista criada pela revolução bolchevique enfrentará o projecto de modernidade capitalista que foi o nazismo. A revolução bolchevique mudou radicalmente o destino da Rússia e do mundo. Cinquenta anos depois da publicação de O Capital, a Rússia convertia-se numa referência global, e a revolução levou o país a ser uma das duas superpotências mundiais.

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Olga Benario Prestes: Uma Comunista nos Arquivos da Gestapo
Escrito por Anita Leocadia Prestes   

 

Última atualização em Ter, 16 de Maio de 2017 19:44
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Uma volta a Gramsci para pensar na política de nosso tempo
Escrito por João Vitor Santos | Tradução: Juan Luis Hermida   

Antonio Gramsci foi uma figura importante do Partido Comunista da Itália, mas, além de seu legado para a construção dessa perspectiva política, é interessante observar seus movimentos de revisão do pensamento sobre o Partido e dos próprios conceitos. É mais ou menos o que faz quando produz suas anotações na prisão, vítima do regime de Benito Mussolini. “Gramsci desde dentro de uma prisão fascista tinha visto melhor e mais longe, e o movimento comunista internacional e também o seu partido tiveram, no final, que lhe dar a razão, pelo menos parcialmente”, destaca o professor de História do Pensamento Político, o italiano Guido Liguori. “A Internacional Comunista teve que abandonar a política sectária e extremista do final dos anos ‘20 e do início dos anos 30’, reavaliar a questão do consentimento, das alianças, da democracia, reaproximando-se assim do pensamento gramsciano”, explica.

Tal movimento pode ser interessante, por exemplo, para pensar o papel e o lugar da esquerda no mundo de hoje. “A esquerda perdeu, em muitos países, a capacidade de uma proposta independente, cultural, bem como econômica, distintamente diferente daquela das classes dominantes”, aponta Liguori, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Para ele, o maior equívoco é apostar num mesmo remédio que a direita usa para enfrentar as crises. É “curar um sistema doente (o capitalismo), embora com diferentes medicamentos”. Assim, o professor destaca que o partido o qual Gramsci “pensa está de mãos dadas com os movimentos”, pois “sabe que não deve apenas ‘ensinar’ para as massas, mas também aprender com elas”. E aponta: “hoje a política e os partidos me parecem pouco dispostos a fazê-lo”. 

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A guerra Afegã forjada por Svetlana Alexievich
Escrito por MIGUEL URBANO RODRIGUES   

A editora Elsinor promove o livro “Rapazes de Zinco, A geração Soviética Caída na Guerra do Afeganistão” afirmando que é um livro que «oferece uma visão única e poderosa da realidade da Guerra do Afeganistão». Mas o que efectivamente oferece é deturpação histórica e reaccionarismo anti-soviético.

Os livros que conheço de Svetlana Alexievich são todos marcados por um anti sovietismo inocultável.

O último – Rapazes de Zinco, A geração Soviética Caída na Guerra do Afeganistão* - é de longe o mais reacionário.

A editora Elsinor colaborou, convidando José Milhazes, um profissional do anticomunismo, para escrever o prefácio da tradução portuguesa.

Última atualização em Seg, 24 de Abril de 2017 18:48
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Problemas del socialismo cubano
Escrito por Fernando Martínez Heredia   

Por: Fernando Martínez Heredia

En este artículo: Capitalismo, Cuba, Socialismo

30 abril 2016 | 70

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He trabajado mucho el tema y los problemas del socialismo en Cuba desde que era muy joven, en una gama de asuntos, formas y propósitos, e incluso he publicado varios libros acerca del socialismo cubano. Por eso no me parece atinado intentar una selección de esos resultados de trabajo y sintetizarla en el breve tiempo con que contamos. Prefiero entonces plantear lo que creo de mayor importancia y relieve en esta coyuntura de fines de abril de 2016, y utilizar algunos breves fragmentos de textos míos recientes integrados al discurso de esta exposición.

Para ser, consolidarse y satisfacer las necesidades y los anhelos que la desataron, la revolución que triunfó en 1959 tuvo que optar por ser socialista de liberación nacional. Al bautizarla, Fidel, su conductor máximo, la calificó de socialista, democrática, de los humildes, por los humildes y para los humildes. Esa no era una frase oratoria, sino una definición. Tampoco lo hizo dentro de una reunión política, sino en la calle, ante una multitud de personas armadas y decididas a combatir hasta morir o vencer a los lacayos de la burguesía de Cuba y sus amos imperialistas, como hicieron horas después. Desde el origen estuvo muy claro de qué tipo de socialismo se trataba, y se puede afirmar con orgullo que en Cuba ese es el significado de la palabra socialismo.

Última atualização em Ter, 14 de Fevereiro de 2017 01:17
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