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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Artigos
A quem pertence o legado de Luiz Carlos Prestes?
Escrito por Anita Leocadia Prestes*   

DE QUEM É O LEGADO?
(Publicado em Brasil de Fato, nº 425, 21 a 27/04/2011)

Não resta dúvida de que no Brasil Luiz Carlos Prestes tornou-se a expressão máxima da luta revolucionária pelo socialismo e o comunismo, pelas liberdades democráticas e pela emancipação nacional, o que é reconhecido até mesmo pelos seus adversários.

Passados mais de vinte anos do seu desaparecimento, presenciamos uma intensa disputa por seu legado e por sua herança política entre distintos partidos e entidades de diversos tipos, o que vem confirmar, mais uma vez, a importância do Cavaleiro da Esperança na História do Brasil.

Cabe lembrar, entretanto, que Luiz Carlos Prestes foi acima de tudo um revolucionário, cuja vida dedicou à pugna pela formação de um partido revolucionário, que efetivamente viesse a contribuir para a revolução em nosso país, entendida como a conquista do poder político pelas forças revolucionárias, empenhadas em acabar com a exploração do homem pelo homem e construir uma sociedade socialista, que preparasse as condições para a passagem ao comunismo. Para Prestes, a realização de reformas sociais deveria constituir apenas os possíveis degraus no caminho para a revolução, ou seja, jamais seria a meta final, apenas um meio para alcançar os objetivos revolucionários.

Última atualização em Sex, 13 de Maio de 2011 04:40
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O SISTEMA POLÍTICO EM CUBA: UMA DEMOCRACIA AUTÊNTICA
Escrito por Anita Leocadia Prestes   

“O governo do povo, pelo povo e para o povo” (Abraham Lincoln)

Ao estudar o sistema político vigente em Cuba, é necessário lembrar que seus antecedentes remontam ao ano de 1869, quando o povo da pequena ilha caribenha lutava de armas na mão pela independência do jugo colonial espanhol. Seus representantes se reuniram na parte do território já liberado e constituíram a Assembléia Legislativa, que aprovou a primeira Constituição da República de Cuba em armas. Era assim estabelecida a igualdade de todos os cidadãos perante a lei e abolida a escravidão até então existente. Essa primeira Assembléia Constituinte elegeu o Parlamento cubano daquela época e também, de forma democrática, seu Presidente, assim como o Presidente da República de Cuba em armas, designando ainda o Chefe do Exército que levaria adiante a luta pela independência.

Última atualização em Sex, 08 de Abril de 2011 14:15
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A Contra-Cultura na crise de Civilização
Escrito por Miguel Urbano Rodrigues   

Neste artigo, Miguel Urbano Rodrigues chama a atenção para as consequências da difusão mundial da contra-cultura exportada pelos EUA. «A satanização do socialismo e a apologia do capitalismo como sistema supostamente democrático e até progressista – escreve - são ingredientes básicos do massacre mediático orientado para a formatação do homem alienado, inofensivo para a engrenagem do poder.

Última atualização em Sex, 11 de Março de 2011 21:30
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Eric Hobsbawn habla de revoluciones
Escrito por Stefan Collin   

Reseña de How to Change the World: Tales of Marx and Marxism [Cómo cambiar el mundo: historias de Marx y marxismo] de Eric Hobsbawm

"Hasta ahora, los filósofos han tratado de comprender el mundo; de lo que se trata, sin embargo, es de cambiarlo". La célebre magnificación de Marx trataba de levantar lo que podría hoy llamarse una "exigencia de impacto" en la valoración del pensamiento abstracto: la prueba de la validez de las ideas debía encontrarse en su capacidad de transformar el mundo. Esta declaración desmesurada puede contemplarse retrospectivamente como expresión de una tensión que discurría a lo largo de toda la obra de Marx y se hallaba en la raíz de la recurrente crisis de identidad que asolaba ese corpus diverso del pensar y el obrar al que posteriormente dio en llamarse "marxismo".

Última atualização em Qui, 03 de Fevereiro de 2011 12:52
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América Latina en la coyuntura mundial: desafíos y contradicciones
Escrito por Atilio Borón   

Atilio Borón - La Jiribilla.- Mi contribución al debate será sobre el proceso de emancipación en el momento actual: el legado de la independencia, el que tenemos actualmente, que es un mandato para nuestro pueblo y para nuestros gobiernos. El objetivo es demasiado ambicioso, tal vez; pero se trata de una empresa colectiva y confío en que, a partir del debate y del intercambio de ideas, emergerá una visión más clara de ese proceso.

Última atualização em Qua, 01 de Dezembro de 2010 19:25
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