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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Artigos
A Questão dos Imperialismos
Escrito por NozesPires   

odiario.info

III Encontro Civilização ou Barbárie

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Última atualização em Qui, 18 de Novembro de 2010 15:08
 
III Encontro Civilização ou Barbárie
Comunicação de Michel Chossudovsky*

?Tudo aquilo que a Fundação [Ford] fez pode ser considerado no âmbito de ?tornar o mundo seguro para o capitalismo?, diminuindo as tensões sociais ao ajudar a socorrer os angustiados, a proporcionar válvulas de segurança aos raivosos e a melhorar o funcionamento do governo (McGeorge Bundy, conselheiro de Segurança Nacional dos Presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson (1961-1966) e Presidente da Fundação Ford (1966-1979).

Última atualização em Qui, 11 de Novembro de 2010 17:54
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ANTÔNIO GRAMSCI E O OFÍCIO DO HISTORIADOR COMPROMETIDO COM AS LUTAS POPULARES
Escrito por Anita Leocadia Prestes   

(Texto apresentado no Seminário Internacional "Gramsci e os Movimentos Populares", UFF, setembro/2010)

Resumo

No texto aborda-se a questão de qual deve ser a postura do historiador comprometido com as lutas populares, com os interesses de classe dos explorados e oprimidos. Faz-se uma discussão a respeito do ofício de tal historiador e da sua prática diante da História Oficial, que se encontra consagrada e difundida principalmente nos livros escolares e na mídia.

Afirma-se que o marxismo é a opção teórica que melhor consegue explicar racionalmente o funcionamento das sociedades humanas, principalmente na época atual. Destaca-se a importância do legado teórico de A. Gramsci para o ofício do historiador que pretende contribuir para a elaboração de uma história dos movimentos sociais no Brasil e, em particular das lutas dos comunistas brasileiros durante o século XX. Ressalta-se o papel dos intelectuais orgânicos (segundo Gramsci) e, em particular,dos historiadores junto aos movimentos populares.

São abordados vários momentos e diversos aspectos da história do PCB tendo

como pressupostos teóricos categorias gramscianas como sociedade civil e sociedade política, consenso e hegemonia, guerra de posição e guerra de movimento, entre outras. É discutido o conceito de bloco histórico de Gramsci e sua aplicação para o entendimento da atuação política dos comunistas. Da mesma forma, tendo como base as indicações gramscianas sobre o conceito de partido político e a respeito da formação do grupo dirigente do Partido Comunista, apresenta-se uma proposta de explicação para as características assumidas pelo PCB a partir de sua Conferência da Mantiqueira, realizada em 1943.

O texto ressalta as inesgotáveis possibilidades que a contribuição teórica de Gramsci oferece para a elaboração de uma História comprometida com a evidência e, por isso mesmo, também com as aspirações de emancipação econômica, social e política de milhões de homens e mulheres explorados e oprimidos, com os objetivos dos movimentos sociais e das lutas populares por um mundo melhor, com justiça social e liberdade, por um futuro socialista.

Palavras-chave: GRAMSCI ? OFÍCIO DO HISTORIADOR ? HISTÓRIA DO PCB

 

Última atualização em Qua, 02 de Fevereiro de 2011 01:01
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A CONFERÊNCIA DOS PARTIDOS COMUNISTAS DA AMÉRICA DO SUL E DO CARIBE (MOSCOU, OUTUBRO / 1934) E OS LEVANTES DE NOVEMBRO DE 1935 NO BRASIL
Escrito por Anita Leocadia Prestes   

* Doutora em História Social pela UFF e professora do Programa de Pós-graduação em História Comparada da UFRJ.
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RESUMO

O artigo faz uma apreciação dos debates ocorridos e das resoluções aprovadas na III Conferência dos Partidos Comunistas da América do Sul e do Caribe, realizada em Moscou, nos dias 16 a 28 de outubro de 1934. Examina sua repercussão nas atividades do PCB (Partido Comunista do Brasil) e do Secretariado Sul-Americano da Internacional Comunista durante o ano de 1935. Discute sua real influência na preparação dos levantes de novembro desse ano. Revela que os levantes antifascistas de novembro de 1935 não resultaram de supostas ?ordens de Moscou?, conforme as versões consagradas pela História Oficial.

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OS COMUNISTAS E A CONSTITUINTE DE 1946
Escrito por Anita Leocadia Prestes   

(Por ocasião do 64º aniversário da Constituição de 1946)

RESUMO

Neste artigo faz-se uma apreciação do contexto sócio-político presente no Brasil durante o ano de 1945.  Destaca-se a atividade dos comunistas,  voltada para a luta pela convocação de uma Assembléia Constituinte livremente eleita. Com a convocação de eleições para  a  Assembléia  Constituinte, os comunistas elegem uma bancada, cuja atuação na Constituinte de 1946 é analisada no artigo.

PALAVRAS-CHAVE

Constituinte de 1946 -  PCB (Partido Comunista do Brasil)  -  Bancada comunista

Última atualização em Qua, 08 de Setembro de 2010 18:13
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