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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Artigos
América Latina en la coyuntura mundial: desafíos y contradicciones
Escrito por Atilio Borón   

Atilio Borón - La Jiribilla.- Mi contribución al debate será sobre el proceso de emancipación en el momento actual: el legado de la independencia, el que tenemos actualmente, que es un mandato para nuestro pueblo y para nuestros gobiernos. El objetivo es demasiado ambicioso, tal vez; pero se trata de una empresa colectiva y confío en que, a partir del debate y del intercambio de ideas, emergerá una visión más clara de ese proceso.

Última atualização em Qua, 01 de Dezembro de 2010 19:25
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¿Es posible imaginar a Rusia como miembro de la OTAN? La OTAN es un lobo con piel de cordero
Escrito por Guennadi Ziugánov   

Pravda

Traducido del ruso para Rebelión por Josafat S. Comín

¿Para qué habría Rusia de ingresar en la Alianza del Atlántico Norte?

Con una crisis global como telón de fondo, en la que Rusia se ha visto mucho más afectada que los países punteros del mundo, en la política del gobierno de nuestro país asoman nuevos y peligrosos fenómenos. Me estoy refiriendo a los planes para seguir vendiendo empresas estratégicas, privatizando la educación, la salud, la cultura, y buscar el ingreso acelerado en la Organización Mundial de Comercio.

Últimamente se han vuelto a reavivar las conversaciones, que ya parecían olvidadas, sobre el ingreso de Rusia en la OTAN. Los expertos y periodistas pro gubernamentales se esfuerzan por demostrar lo imprescindible de ese paso. El presidente del consejo del Instituto de Desarrollo contemporáneo (?INSOR?, por sus siglas en ruso), el señor Jurgens, en el foro internacional celebrado en Yaroslav el pasado septiembre, se encargó de hacer pública la idea de que Rusia se vea arrastrada a ingresar en la OTAN. Teniendo en cuenta que es el propio Medvédev el presidente del Consejo supervisor del ?INSOR?, ¿no significa acaso que el señor Jurgens ha recibido el visto bueno por parte de la administración del jefe del estado, para hacer pública esa iniciativa,?

Última atualização em Dom, 21 de Novembro de 2010 22:54
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A Questão dos Imperialismos
Escrito por NozesPires   

odiario.info

III Encontro Civilização ou Barbárie

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Última atualização em Qui, 18 de Novembro de 2010 15:08
 
III Encontro Civilização ou Barbárie
Comunicação de Michel Chossudovsky*

?Tudo aquilo que a Fundação [Ford] fez pode ser considerado no âmbito de ?tornar o mundo seguro para o capitalismo?, diminuindo as tensões sociais ao ajudar a socorrer os angustiados, a proporcionar válvulas de segurança aos raivosos e a melhorar o funcionamento do governo (McGeorge Bundy, conselheiro de Segurança Nacional dos Presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson (1961-1966) e Presidente da Fundação Ford (1966-1979).

Última atualização em Qui, 11 de Novembro de 2010 17:54
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ANTÔNIO GRAMSCI E O OFÍCIO DO HISTORIADOR COMPROMETIDO COM AS LUTAS POPULARES
Escrito por Anita Leocadia Prestes   

(Texto apresentado no Seminário Internacional "Gramsci e os Movimentos Populares", UFF, setembro/2010)

Resumo

No texto aborda-se a questão de qual deve ser a postura do historiador comprometido com as lutas populares, com os interesses de classe dos explorados e oprimidos. Faz-se uma discussão a respeito do ofício de tal historiador e da sua prática diante da História Oficial, que se encontra consagrada e difundida principalmente nos livros escolares e na mídia.

Afirma-se que o marxismo é a opção teórica que melhor consegue explicar racionalmente o funcionamento das sociedades humanas, principalmente na época atual. Destaca-se a importância do legado teórico de A. Gramsci para o ofício do historiador que pretende contribuir para a elaboração de uma história dos movimentos sociais no Brasil e, em particular das lutas dos comunistas brasileiros durante o século XX. Ressalta-se o papel dos intelectuais orgânicos (segundo Gramsci) e, em particular,dos historiadores junto aos movimentos populares.

São abordados vários momentos e diversos aspectos da história do PCB tendo

como pressupostos teóricos categorias gramscianas como sociedade civil e sociedade política, consenso e hegemonia, guerra de posição e guerra de movimento, entre outras. É discutido o conceito de bloco histórico de Gramsci e sua aplicação para o entendimento da atuação política dos comunistas. Da mesma forma, tendo como base as indicações gramscianas sobre o conceito de partido político e a respeito da formação do grupo dirigente do Partido Comunista, apresenta-se uma proposta de explicação para as características assumidas pelo PCB a partir de sua Conferência da Mantiqueira, realizada em 1943.

O texto ressalta as inesgotáveis possibilidades que a contribuição teórica de Gramsci oferece para a elaboração de uma História comprometida com a evidência e, por isso mesmo, também com as aspirações de emancipação econômica, social e política de milhões de homens e mulheres explorados e oprimidos, com os objetivos dos movimentos sociais e das lutas populares por um mundo melhor, com justiça social e liberdade, por um futuro socialista.

Palavras-chave: GRAMSCI ? OFÍCIO DO HISTORIADOR ? HISTÓRIA DO PCB

 

Última atualização em Qua, 02 de Fevereiro de 2011 01:01
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