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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


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À margem da história oficial da arte
Sobre Virginia

Virginia Camargo Artigas nasceu em São Carlos (SP, Brasil), em 27 de novembro de 1915. Era a penúltima de oito filhos de Elisa Veridiana de Camargo Silva e Antônio Rodrigues Silva. Seu pai abandonou a família quando Virginia era pequena e sua mãe sustentou os filhos com muita dificuldade, como costureira. A família morou em bairros operários e nas periferias, ainda rurais da cidade de São Paulo.
Ainda menina, Virginia demonstrou talento para o desenho tanto que, aos 14 anos, ganhou o terceiro lugar no concurso de Arte Infantil da Academia de Belas Artes de São Paulo. Aos 22 anos, frequentou o curso de desenho sob orientação de Antonio Rocco e, no ano seguinte, começou a frequentar o Curso Livre com modelo vivo da Escola de Belas Artes de São Paulo onde entrou em contato com com Aldo Bonadei, Alfredo Volpi, Clóvis Graciano, Mário Zanini , Rebolo Gonçalves. Alguns desses artistas formaram, em seguida, o Grupo Santa Helena. Frequentou as aulas dos ateliês do Edifício Santa Helena, estudou escultura com Bruni Giorgi e colaborou com a execução dos azulejos dos painéis de Portinari, para o Ministério de Educação e Saúde, no Osirarte de Paulo Rossi Osir.
Nas aulas do Curso Livre da Escola de Belas Artes conheceu seu companheiro, o arquiteto João Batista Vilanova Artigas, com quem se casou em 1943.
Última atualização em Sáb, 29 de Junho de 2019 18:06
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DOCUMENTO INÉDITO REVELADOR DO DESEMPENHO DO ALUNO LUIZ CARLOS PRESTES NA ESCOLA MILITAR DO REALENGO (RJ)
Escrito por Anita Leocadia Prestes   

Após a conclusão do curso do Colégio Militar do Rio de Janeiro, Luiz Carlos Prestes, em 1916, aos dezoito anos, ingressou na Escola Militar do Realengo. Logo no início do curso, era necessário seguir a disciplina de Geometria Analítica com o professor José Pio Borges de Castro, considerado o terror dos alunos, pois costumava reprovar em massa e raramente atribuía a alguém grau dez.

Última atualização em Dom, 28 de Abril de 2019 22:52
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