Login
 
Home Notícias


"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Notícias
Os comunistas ante o buraco negro do nacionalismo espanhol

Ángeles Maestro 16.Nov.17     Outros autores

No confronto suscitado pela situação na Catalunha tem-se verificado um chocante alinhamento público entre dirigentes e ex. dirigentes da IU e do PCE e o nacionalismo espanhol herdado do franquismo. Do ponto de vista político e ideológico e do ponto de vista de classe constitui uma capitulação que prolonga a verificada no processo da Transição dos anos 70.

O que a oligarquia do Estado espanhol mais teme é que a classe operária volte a descobrir que os representantes políticos de quem lhe destroça diariamente a vida são os mesmos que, disfarçados de patriotas, esmagam os direitos nacionais dos povos. Eles, plenamente conscientes dos seus interesses de classe no conflito de Catalunha, estão a usar a fundo nos meios de comunicação ao seu serviço personagens da esquerda espanhola para tentar impedir que consciência de classe e o direito de autodeterminação se unam, como fizeram na luta contra a Ditadura.

Última atualização em Qua, 22 de Novembro de 2017 11:25
Leia mais...
 
A ignorada revolta haitiana*

António Santos Outros autores

No Haiti, um dos mais pobres e desiguais países do mundo, levanta-se um movimento popular contra o corrupto regime de Jovenel Moïse, o lacaio do imperialismo de serviço. Afrontando a repressão, transformou-se em mobilização nacional contra a doutrina neoliberal, em clamor popular pela soberania, em exigência de demissão do governo.

Leia mais...
 
Venezuela: la oposición redobla la apuesta

Venezuela: la oposición redobla la apuesta

(Atilio A. Boron) Sólo espíritus ingenuos pueden desconocer que la oposición venezolana está instrumentando una estrategia a dos puntas para derrocar al presidente constitucional de ese país. Un sector optó por desatar la violencia en sus variantes más aberrantes como forma de instalar la imagen de una “crisis humanitaria” -producto del desabastecimiento planificado de productos de primera necesidad y la orgía de ataques, saqueos, “guarimbas”, incendios a personas vivas y atentados con “bombas molotov” a escuelas y hospitales- que sirva como preludio a una invasión no menos “humanitaria” del Comando Sur y, aplicando la receta utilizada en Libia para derrocar y linchar a Gadafi, producir el ansiado “cambio de régimen” en Venezuela. Hay un sector de la oposición que no concuerda con esa metodología porque barrunta que el final puede ser una guerra civil en donde las masas chavistas, quietas por ahora, salgan a dar batalla y pongan fin al enfrentamiento infligiendo una aplastante derrota a los golpistas. Pero esta ala de la oposición, llamémosla institucional o dialoguista (aunque en realidad no sea ni lo uno ni lo otro) estuvo durante estos meses sometida a la intimidación o lisa y llana extorsión de la fracción violentista que juzgaba como una incalificable traición el sólo hecho de sentarse a negociar con el gobierno una salida no violenta a la crisis.

Última atualização em Sex, 28 de Julho de 2017 22:21
Leia mais...
 
A NATO e o neonazismo na Europa
Escrito por Manlio Dinucci*   

O poder fascista instalado em Kiev quer entrar oficialmente na NATO. A sua condição de membro daria à NATO o direito de declarar guerra à Rússia. Com as forças paramilitares nazis transformadas em unidades militares regulares e com neonazis no poder, a Ucrânia tornou-se uma meca do fascismo internacional. Os EUA/NATO são hoje os principais aliados e mentores do terrorismo e do fascismo.

A Ucrânia, de facto já na NATO, quer agora entrar oficialmente na organização. O parlamento de Kiev votou no dia 8 de Junho por maioria (276 contra 25) uma emenda legislativa que torna prioritário esse objectivo.

A sua admissão na NATO não seria um acto formal. A Rússia é acusada pela NATO de ter anexado ilegalmente a Crimeia e de conduzir acções militares contra a Ucrânia. Em consequência, se a Ucrânia entrasse oficialmente na NATO, os demais 29 membros da Aliança, com base no Artigo 5, deveriam “ajudar a parte atacada empreendendo acções julgadas necessárias, inclusive o uso da força armada”. Em outras palavras, deveriam declarar guerra à Rússia.

Última atualização em Qui, 29 de Junho de 2017 14:35
Leia mais...
 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Pagina 1 de 46