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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Notícias
Confirmado: os EUA reconhecem que as sanções visam o colapso da Venezuela

A ingerência e a agressão dos EUA e seus aliados contra a Venezuela sobe de tom e é abertamente assumida: com a CIA no comando, trata-se mais um processo em que todos os meios são colocados no terreno no sentido de criar o caos no país, de aí intervir militarmente, de tomar posse das riquezas nacionais, de destruir o processo bolivariano. O que os EUA vêm fazendo em particular no Médio Oriente e em África querem agora prossegui-lo na América Latina.

Última atualização em Dom, 11 de Fevereiro de 2018 15:40
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Honduras: el “golpe blando preventivo”

(Atilio A. Boron)

La interminable epidemia de “golpes blandos” propiciada por la Casa Blanca se ha ensañado una vez más con Honduras. Fue allí, en el año 2009, donde por vez primera se aplicó esta metodología una vez que fracasara el golpe militar tradicional ensayado un año antes en Bolivia. A partir de ese momento los gobiernos indeseables de la región serían barridos por un letal tridente conformado por la oligarquía mediática, el poder judicial y los legisladores, cuyo “poder de fuego” combinado supera el de cualquier ejército de la región. José Manuel “Mel” Zelaya fue su primera víctima, a quien seguirían en el 2012 Fernando Lugo en Paraguay y en 2016 Dilma Rousseff en Brasil. Bajo ataque se encuentran los gobiernos de Bolivia, Venezuela y, va de suyo, Cuba, mientras que en Ecuador el viejo recurso del soborno y la traición unidos a la técnica del “golpe blando” parecen haber detenido el rumbo de la Revolución Ciudadana de Rafael Correa. El objetivo estratégico de Washington con sus “golpes blancos” es regresar América Latina a la condición neocolonial imperante en la noche del 31 de diciembre de 1958, un día antes del triunfo de la Revolución Cubana.

Última atualização em Qua, 06 de Dezembro de 2017 03:33
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Os comunistas ante o buraco negro do nacionalismo espanhol

Ángeles Maestro 16.Nov.17     Outros autores

No confronto suscitado pela situação na Catalunha tem-se verificado um chocante alinhamento público entre dirigentes e ex. dirigentes da IU e do PCE e o nacionalismo espanhol herdado do franquismo. Do ponto de vista político e ideológico e do ponto de vista de classe constitui uma capitulação que prolonga a verificada no processo da Transição dos anos 70.

O que a oligarquia do Estado espanhol mais teme é que a classe operária volte a descobrir que os representantes políticos de quem lhe destroça diariamente a vida são os mesmos que, disfarçados de patriotas, esmagam os direitos nacionais dos povos. Eles, plenamente conscientes dos seus interesses de classe no conflito de Catalunha, estão a usar a fundo nos meios de comunicação ao seu serviço personagens da esquerda espanhola para tentar impedir que consciência de classe e o direito de autodeterminação se unam, como fizeram na luta contra a Ditadura.

Última atualização em Qua, 22 de Novembro de 2017 11:25
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A ignorada revolta haitiana*

António Santos Outros autores

No Haiti, um dos mais pobres e desiguais países do mundo, levanta-se um movimento popular contra o corrupto regime de Jovenel Moïse, o lacaio do imperialismo de serviço. Afrontando a repressão, transformou-se em mobilização nacional contra a doutrina neoliberal, em clamor popular pela soberania, em exigência de demissão do governo.

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