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"Luiz Carlos Prestes entrou vivo
no Panteon da História.  
Os séculos cantarão a 'canção de gesta'
dos mil e quinhentos homens da
Coluna Prestes e sua marcha de quase
três anos através do Brasil.
Um Carlos Prestes nos é sagrado.
Ele pertence a toda a humanidade.
Quem o atinge, atinge-a."

(Romain Roland, 1936)


Notícias
Lançamento da aguardada biografia “Luiz Carlos Prestes: um comunista brasileiro”, da historiadora Anita Prestes, publicada pela Boitempo Editorial

Boitempo Editorial

Nesta aguardada biografia [com mais de 600 páginas], a historiadora Anita Leocadia Prestes, filha do líder com a também comunista Olga Benario Prestes, narra os momentos-chave da atuação política de seu pai, um dos grandes personagens da história brasileira. Sua participação no movimento tenentista – especialmente na Marcha, entre 1924 e 1927, da Coluna que levou seu nome – e no levante antifascista contra Getúlio Vargas inscreveu o nome desse revolucionário singular na trajetória político-social do país.


Baseada na metodologia marxista, a obra se diferencia das demais biografias de Prestes já publicadas pela diversidade de documentos originais aos quais a autora teve acesso ao longo de mais de trinta anos de pesquisa. Para além do acervo pessoal, a historiadora realizou vasta investigação em arquivos nacionais e estrangeiros, podendo, assim, consultar fontes primárias fundamentais. Nos arquivos da antiga URSS, Anita perscrutou toda uma série de documentos referentes à atuação política do Cavaleiro da Esperança e a dinâmicas e discussões internas ao Partido Comunista, como relatórios e atas de reuniões, que ora integra a obra e a qualifica como a mais completa radiografia política de Prestes.

A biografia traz fotos e manuscritos de correspondência pessoal, algumas até então desconhecidas do público, que ilustram diferentes momentos da trajetória do biografado. Com 19 capítulos e mais de 500 páginas, a obra é leitura fundamental para quem deseja entender o legado revolucionário de Luiz Carlos Prestes para o Brasil.

Fonte: Boitempo Editorial

Última atualização em Sex, 02 de Dezembro de 2016 01:43
 
NOS DEIXOU O COMANDANTE FIDEL CASTRO!

HONRA E GLÓRIA AO COMANDANTE ETERNO FIDEL!!!

"SOCIALISMO OU BARBÁRIE" (Albert Einsten)

Última atualização em Sex, 02 de Dezembro de 2016 01:27
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Trump: el otro fin de ciclo

(Por Atilio A. Boron)

En el último año hablar del “fin del ciclo progresista” se había convertido en una moda en América Latina. Uno de los supuestos de tan temeraria como infundada tesis, cuyos contenidos hemos discutido en otra parte, era la continuidad de las políticas de libre cambio y de globalización comercial impulsadas por Washington desde los tiempos de Bill Clinton y que sus cultores pensaban serían continuadas por su esposa Hillary para otorgar sustento a las tentativas de recomposición neoliberal en curso en Argentina y Brasil.[1] Pero enfrentados al tsunami Donald Trump se miran desconcertados y muy pocos, tanto aquí como en Estados Unidos, logran comprender lo sucedido. Cayeron en las trampas de las encuestas que fracasaron en Inglaterra con el Brexit, en Colombia con el No, en España con Podemos y ahora en Estados Unidos al pronosticar unánimemente el triunfo de la candidata del partido Demócrata. También fueron víctimas del microclima que suele acompañar a ciertos políticos, y confundieron las opiniones prevalecientes entre los asesores y consejeros de campaña con el sentimiento y la opinión pública del conjunto de la población estadounidense, esa sin educación universitaria, con altas tasas de desempleo, económicamente arruinada y frustrada por el lento pero inexorable desvanecimiento del sueño americano, convertido en una interminable pesadilla. Por eso hablan de la “sorpresa” de ayer a la madrugada, pero como observara con astucia Omar Torrijos, en política no hay sorpresas sino sorprendidos. Veamos algunas de las razones por las que Trump se impuso en las elecciones.

Última atualização em Qui, 10 de Novembro de 2016 18:11
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Para uma melhor compreensão do problema sírio*

Está em curso uma gigantesca campanha de manipulação mediática em torno das operações de reconquista da cidade de Alepo pelo exército sírio. Entretanto, para quem queira ver o que está detrás da gritaria sobre “crimes de guerra”, “hecatombe” e o resto, a questão nada tem de “humanitária”. Do que se trata é, simplesmente, de preparar a opinião pública para uma intervenção ocidental em defesa dos fanáticos terroristas da Al-Nusra, agora transformados em “rebeldes moderados”.

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